Adoro a pluralidade e a diversidade dos atos de São Paulo, a inexpressividade das pessoas correndo nas ruas, a loucura dos automóveis e a coragem dos Office Boys.
A diversidade dos varais nas Kit nets, a loucuras das travestis e a vida ignorada dos moradores de rua e pedintes. A riqueza dos prédios antigos e a novidade dos arranhas céus. E com certeza por mais antiquado que pareça a emoção de cruzar a Ipiranga com a São João, desviando hoje do transito caótico e o forró altíssimo das barraquinhas. Passando pelo chão de pedras portuguesas entre as placas de ferro, que mostram a modernização no chão. O barulho de uma metrópole sobre um desenvolvimento ainda nada sustentável, e os Imigrantes nada legalizados vindos da Bolívia, África e China, me mostram que os Migrantes aos poucos passam a ser minorias. As brincadeiras de rua, já não são cordas e sim o tal de Psy, os novos moradores não são Finos e tão pouco Ricos, mas sim, invasores de bandeiras e bonés vermelhos. As locadoras, lojas, restaurantes ou boutiques, agora são bancas de madeira ou as mais finas de aço com lona por cima e como dono temos rostos sofridos pelo tempo e sol, e uma amargura da depreciação do governo e da falta de recursos e oportunidades de uma terra que um dia teve garoa.
Mas não é só tristeza e pobreza, temos a tal revitalização, que por mais lenta e mortal que pareça aos poucos mostra sua cara de ferro sobre plástica.
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